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caixa geral depositos3O SinTAF, com a transparência e coerência que o caracterizam, vem transmitir aos trabalhadores, a sua posição sobre matérias importantes e de interesse para TODOS os trabalhadores da CGD.

 

Pagamento do subsídio de almoço no mês de férias (direito adquirido)

 

 

A política laboral da Administração em funções, descontinuou uma prática acordada há mais de 40 anos entre a CGD e as Estruturas Representativas de Trabalhadores, que determinava o pagamento do subsídio de almoço no mês de férias, por conveniência da CGD.

Por acórdão do Tribunal de Trabalho a CGD foi instada a ressarcir os trabalhadores com o pagamento dos anos 2017 a 2019 e a acomodar uma solução que substituísse este pagamento de modo a que estes trabalhadores não perdessem o montante deste rendimento anual.

O SinTAF rejeita esta política miserabilista, de recusa ilegítima de pagamento da divida aos trabalhadores da CGD, e define-a como demonstrativa da vertente ideológica da actual gestão da CGD, que penaliza os clientes com a pequena poupança e os seus próprios trabalhadores;

É convicção do SinTAF que a obrigatoriedade de pagamento imediato é a única posição moralmente aceitável por parte da Administração, como estipula o acórdão, de aceitar o ressarcimento e a solução de remuneração dos trabalhadores que foram prejudicados ao longo destes três anos;

O SinTAF defende que esse pagamento deve ser para TODOS os trabalhadores, independentemente do seu vínculo laboral (contrato individual ou provimento administrativo), da filiação sindical ou sem qualquer vínculo sindical, cumprindo o princípio da igualdade de direitos, como impõe a Constituição da República.

“Roubo” de 4 anos de progressão na carreira dos trabalhadores da CGD

Entre 2013 e 2017 foi negada a progressão de carreira aos trabalhadores da CGD a pretexto de congelamento pelos Orçamentos de Estado e “roubados” 4 anos de antiguidade;

Para o SinTAF é legítima a recuperação do tempo de serviço, efectivamente prestado pelos trabalhadores, e também das promoções aos níveis respectivos de acordo com o AE;

Esta contagem deveria ter ocorrido sem interrupção mas foi negada e adiada unilateralmente pela CGD que decidiu só reatar a contagem a partir de Janeiro de 2017, apagando definitivamente estes quatro anos;

Os trabalhadores em funções públicas estão a ser ressarcidos deste “apagão” mas aos trabalhadores da CGD, nomeadamente nos contratos de provimento administrativo, tal justiça está a ser negada pela Administração da CGD;

Esta é uma Administração isenta de moral e ética e que só cumpre os seus deveres para com os trabalhadores da CGD quando forçada a tal, por isso o SinTAF defende a agudização da luta em defesa do direito de recuperação do tempo de serviço prestado para TODOS os trabalhadores da CGD;

No SinTAF a capitulação não é opção, a luta pelos direitos é uma tarefa diária. A negociação do Acordo de Empresa é mais uma frente de luta em defesa do AE do SinTAF, que é o mais estável em vigor na CGD, uma salvaguarda para os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos.

Junta-te a nós! Adere ao SinTAF!

Defende os direitos consagrados no teu AE e a Caixa Geral de Depósitos!

SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.

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