As condições socio-laborais no sector financeiro, têm vindo a deteriorar-se ao longo dos tempos. A banca sempre a  ganhar  com as crises enquanto os trabalhadores as pagam com salários cada vez mais reduzidos e condições de trabalho precárias, além de um crescente   assédio moral.

Os sindicatos afetos ao patronato (SBSI, SBN, SBC, SNQTB, SIB) compreendem o problema do patrão e dizem que tem de ser (aguenta), o SINTAF diz BASTA.

O SINTAF, aderindo à luta da CGTP, marcou o dia 15 de Novembro 2018 como dia de luta e fez um pré-aviso de greve para este dia. Estão cobertos por este pré-aviso TODOS OS TRABALHADORES da actividade Financeira independentemente da sua filiação sindical ou mesmo para os que não são filiados e algum sindicato.

Por um Acordo Colectivo da Banca justo que priviligie os direitos  dos trabalhadores e não, como actualmente, apenas a vontade dos patrões. Um acordo tem de ser equilibrado para ambas as partes, mas deve sempre garantir mais direitos para os trabalhadores e desta forma potenciar o trabalho de todos.

Por um posto de trabalho digno com salários dignos e com direitos!

PARTICIPA COM O SINTAF NA MANIFESTAÇÃO NACIONAL DIA 15 NOVEMBRO ÀS 15H NO MARQUÊS DE POMBAL EM LISBOA

manifestação

48 ANOS A LUTAR POR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

 

O SINTAF dá os PARABENS e congratula-se com os 48 anos da nossa central sindical CGTP-INTERSINDICAL.

Estivemos presentes no encontro Nacional de Dirigentes e activistas, no cinema São Jorge em Lisboa, participando também na manifestação até à praça do Comercio, onde está provisóriamente a residencial oficial do Primeiro Ministro.

CGTP 1 de Outubro 3

CGTP 1 de Outubro 2

CGTP 1 de Outubro 1

REDITUS continua em divida para com os Trabalhadores!
GREVE DIA 30 DE MAIO DE 2018 COM CONCENTRAÇÃO ÀS 9H00
EM FRENTE À PORTA DA REDITUS NA QUINTA DO LAMBERT


A administração da empresa assumiu que iria regularizar os valores em falta, e voltou a não cumprir.
Perante esta postura prepotente, arrogante e desrespeitosa, não nos resta alternativa que não seja marcar uma greve de 24H para dia 30 de Maio como forma de protesto.
Tendo as estruturas sindicais obtido informações dos diversos clientes, a quem a Reditus presta serviços em diferentes áreas (comunicações, serviços e banca), afirmam que não existem dividas pendentes à empresa.
Posto isto, é-nos levado a crer que estes atrasos sucessivos no pagamento aos trabalhadores, já há mais de um ano, são fruto de uma estratégia de aprofundamento da exploração de quem trabalha e dá os lucros à empresa.
Está mais que na hora de uma vez por todas parar com este atropelo e não ceder às falacias de que uma greve “destrói” uma empresa.
Ao contrario do que é espalhado nos corredores, vulgo boatos, o que afasta os clientes é esta devassa e abrupta falta de respeito de não pagamento da mão-de-obra que dá lucro a esta empresa.
Está nas nossas mãos unir forças e lutar para que a empresa cumpra com as suas obrigações!
Exigimos que sejam regularizados os valores em divida a TODOS os trabalhadores da Reditus!
Juntos temos mais força. Junta-te à luta que é a tua!

 

AOS TRABALHADORES DO GRUPO REDITUS
INFORMAÇÃO ÚTIL DO DIREITO À GREVE


P – Quem tem direito a fazer greve?
R – O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de ativi-dade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.
P – Pode um trabalhador não sindicalizado ou um trabalhador filiado num sindicato aderir à greve declarada por um outro sindicato?
R – Pode, desde que a greve declarada abranja a empresa ou sector de atividade bem como o âmbito geográfico da empresa onde o trabalhador presta a sua atividade.
P – Deve o trabalhador avisar antecipadamente a entidade empregadora da sua intenção de aderir a uma greve?
R – Não, o trabalhador, sindicalizado ou não, não tem qualquer obrigação de informar o empregador de que vai aderir a uma greve, mesmo no caso deste lho perguntar.
P – E depois de ter aderido à greve, tem que justificar a ausência?
R – Os trabalhadores não têm que proceder a qualquer justificação da ausência por motivo de greve.
P – O dia da greve é pago?
R – Não. A greve suspende, no que respeita aos trabalhadores que a ela aderirem, as relações emer-gentes do contrato de trabalho, nomeadamente o direito à retribuição e, consequentemente, o dever de assiduidade.
P – E perdem também direito ao subsídio de assiduidade?
R – Não. A ausência por motivo de greve não afeta a concessão de subsídio de assiduidade a que o trabalhador tenha direito.
Não prejudica também a antiguidade do trabalhador, designadamente no que respeita à contagem do tempo de serviço.
P – O empregador pode por qualquer modo coagir o trabalhador a não aderir a uma greve ou pre-judicá-lo ou discriminá-lo pelo facto de a ela ter aderido?
R – Não. É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve. Os atos do empregador, que impliquem coação do trabalhador no sentido de não aderir a uma greve e/ou prejuízo ou discriminação pelo facto de a ela ter aderido, constituem contraordena-ção muito grave e são ainda punidos com pena de multa até 120 dias (art.º 540.º e 543.º do CT, res-petivamente.

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Realizou-se de 5 a 8 de outubro de 2016, na Africa do Sul, o Congresso da Federação
Mundial de Sindicatos (WFTU).
A WFTU é uma organização sindical internacional com orientação de Classe, luta contra o imperialismo, na busca de uma sociedade sem exploração do homem pelo homem.
Criada no dia 3 de outubro de 1945, em Paris, onde participaram 56 organizações nacionais de 55 países e 20 organizações internacionais, hoje a WFTU conta com mais de 80 milhões de membros em mais de 120 países. Possui representantes permanentes nos organismos internacional como ONU, UNESCO, FAO e OIT.
Desenvolvendo nesses organismos, uma luta em defesa dos interesses dos trabalhadores. Estando sempre na contra o monopólio que existe dentro destas organizações.
Foi com esse propósito que o SINTAF esteve presente neste evento mundial.

SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.

Avenida Almirantes Reis, n.º 74 G - 1150-020 Lisboa

Telefone +351 218124992

Correio eletrónico: sintaf@sintaf.pt