Tal como está, é preciso pôr-lhe termo

Revisitação à perversidade da «avaliação de desempenho»

Os trabalhadores não se revoltam por serem avaliados. Revoltam-se contra critérios que servem apenas de pretexto para excluir os menos bem aceites pelas chefias. O actual «sistema avaliador», perverso e empapado de ideologia neoliberal, serve para tudo – menos para avaliar.

É difícil precisar a data em que a sociedade portuguesa foi atingida pelo novo paradigma «da avaliação do desempenho», que se infiltrou por todos os poros, por todas as frinchas da actividade laboral, extravasando os proletários do campo e da ferrugem, atingindo trabalhadores de escolas, hospitais e centros de Saúde infectando investigadores de humanidades ou de ciências exactas, artistas, empregados dos shopping’s, de agências imobiliárias ou de viagens, vendedores de automóveis ou de latas de conserva.

Uma nova mentalidade dita moderna e empresarial, própria de gente viçosa e empreendedora, com pinceladas de arrogância e um confuso paleio ideológico mal aprendido nas universidades de Verão dos «jotas», começou a enviar para o caixote do lixo toda a experiência já acumulada no campo laboral, impondo como natural uma vida sempre sob pressão, avaliada em metas, objectivos, rankings e comportamentos, aumentando a submissão do trabalho às cada vez maiores exigências dos «donos do mundo».

Ler mais: Revisitação à...

SinTAF em Notícia: Novo Banco e a “génese predadora” da Lone Star

novobancoA “génese predadora, necrófaga e especulativa” do fundo de investimento Lone Star “não augura nada de bom para os trabalhadores”, considera o Sindicato da Atividade Financeira

O Sindicato da Atividade Financeira defendeu esta quarta-feira que só a nacionalização do Novo Banco pode garantir a continuidade dos postos de trabalho e reiterou a sua preocupação face às negociações entre aquela entidade e a Lone Star.

 

jornal

 Ler mais:

- http://expresso.sapo.pt

- https://www.dinheirovivo.pt

- http://sicnoticias.sapo.pt

Jornal de Negócios: As exigências ao Novo Banco.

novobancoO anuncio dos 500 despedimentos no Novo Banco e encerramento de balcões, onde a comunidade europeia desmente que seja uma exigência da comunidade, mas foi uma sugestão do governo Português.

Bruxelas: Exigências ao Novo Banco resultam de “compromissos de Portugal”
As metas mais exigentes em termos de cortes de pessoal e de custos a que o Novo Banco pode vir a ser sujeito, caso a venda em curso não aconteça até ao final do ano, resultam de “compromissos submetidos pelo Governo português”, sublinha a Comissão Europeia.

jornal

Fonte: Jornal de Negócios

Sindicato da banca leva Vieira da Silva a tribunal

vieiradasilvaAs rescisões do Novo Banco motivaram uma acção judicial do Sintaf contra o Ministério do Trabalho e da Segurança Social. O sindicato defende que é necessário apurar se o Estado impediu ilegalidades no processo.

O sindicato dos bancários ligado à CGTP colocou uma acção judicial contra o Ministério do Trabalho, Solidariedade e da Segurança Social. O processo de saídas de trabalhadores do Novo Banco motiva a queixa apresentada há uma semana.

A acção trata “das múltiplas irregularidades que o Novo Banco cometeu e que, ao que parece, o Ministério do Trabalho pretende branquear”, indica o Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira (Sintaf) em resposta ao Negócios.

Ler mais: Sindicato da banca...

2016 07 13 sintaf 2Não podem ser os trabalhadores a pagar os erros da administração”. É uma das conclusões do encontro das comissões de trabalhadores de dez instituições financeiras.

Por Diogo Cavaleiro | 13 Julho 2016, 11:37

Os bancos que reduzem pessoal por rescisões ou despedimentos não devem poder colocar colaboradores subcontratados nos postos de trabalho deixados vagos. É isso que dez comissões de trabalhadores pedem ao Governo numa moção que assinam em conjunto.

Novo Banco, Caixa Económica Montepio Geral, Caixa Geral de Depósitos, Banco Popular, Santander Totta, BPI Bankinter, BBVA, BIC e Oitante são as dez instituições financeiras cujos trabalhadores subscreveram, por unanimidade, a moção aprovada esta terça-feira, 12 de Julho.

“Solicitar ao Governo que proíba a substituição de trabalhadores bancários por trabalhadores subcontratados nos bancos em que haja despedimentos ou processos de rescisão”, indica a moção enviada às redacções sobre o encontro que visava, entre outros aspectos, “analisar a situação sócio-laboral na banca portuguesa”.

Ler mais: Bancários não...

SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.

Avenida Almirantes Reis, n.º 74 G - 1150-020 Lisboa

Telefone +351 218124992

Correio eletrónico: sintaf@sintaf.pt