Noticia publicada por o Dinheiro Vivo sobre o Plenário de trabalhadores da GNB SSO, ACE.

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Novo Banco: Mais de 100 trabalhadores do suporte admitem fazer greve

 Elisabete Tavares 08.08.2018 / 15:41
 
O Novo Banco recusa fazer um Acordo de Empresa e ameaça com externalização os serviços de suporte do banco, diz o SINTAF. 
 
Os mais de 100 trabalhadores que prestam serviços de suporte no Novo Banco querem uma garantia acerca da manutenção dos seus postos de trabalho e pedem uma melhoria salarial, admitindo o recurso à greve como forma de luta.
Desde 26 de abril deste ano que os trabalhadores da GNB Serviços de Suporte Operacional (GNB SSO) tentam negociar com a administração do Novo Banco a realização de um Acordo de Empresa (AE), o que tem sido recusado. “São trabalhadores que prestam serviços bancários mas não são considerados bancários e deviam ser equiparados. Alguns trabalham há mais de 10 anos na empresa e há casos de trabalhadores a ganhar o ordenado mínimo”, afirmou Rute Pires, coordenadora do SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Atividade Financeira.
Os trabalhadores reuniram em plenário no dia 3 de agosto – no quarto aniversário da aplicação da medida de resolução ao Banco Espírito Santo – para debater a situação das negociações sobre o AE. O sindicato apresentou ao Novo Banco a proposta de AE e divulgou, esta quarta-feira, um comunicado com a decisão dos trabalhadores: “estão dispostos a lutar por a negociação do AE e a adotar todas as formas de luta necessárias para a concretização do mesmo”.
“Estes trabalhadores deviam ter sido integrados no Novo Banco. Não o foram e o banco ameaça externalizar serviços. Se a empresa for vendida, não estão garantidos os postos de trabalho”, adiantou ao Dinheiro Vivo. “Estes trabalhadores chegaram a executar, no passado, ordens de bolsa e outros serviços financeiros”, adiantou.
O SINTAF denuncia que “a administração do Novo Banco mantém a ameaça da externalização dos serviços, fator que causa muita instabilidade e contribui para a precariedade dos trabalhadores, que são imprescindíveis ao normal funcionamento do Novo Banco”.
“O serviço prestado terá sempre de ser feito, que ao ser externalizado irá trazer mais gastos financeiros ao banco e diminuição da qualidade de serviço prestada, colocando em risco a proteção de dados dos clientes”, frisa o sindicato afeto à CGTP.
Apesar de não serem considerados bancários, os trabalhadores de suporte do Novo Banco prestam serviços aos clientes do banco, realizando transferências bancárias, por exemplo. Também prestam serviços de apoio às agências do banco.
 
 
Ainda não possível obter um comentário do Novo Banco.

Noticia no Jornal de Negócios de 09/08/2018 sobre o Plenário com os Trabalhadores da GNB SSO, ACE

 

Trabalhadores de serviço de suporte no Novo Banco ameaçam com greve

Os trabalhadores da GNB Serviços de Suporte Operacional, que prestam serviços de suporte no Novo Banco, admitem convocar uma greve caso a entidade liderada por António Ramalho não atenda às suas reivindicações.

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David Martins  negocios Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 09 de agosto de 2018 às 09:44

Os trabalhadores da GNB Serviços de Suporte Operacional, que prestam serviços de suporte no Novo Banco, admitem convocar uma greve caso a entidade liderada por António Ramalho não atenda às suas reivindicações, noticia esta quinta-feira o Público. 

Os funcionários da GNB, que são mais de uma centena, exigem garantias sobre a manutenção dos seus postos de trabalho, bem como aumentos salariais. 

Os trabalhadores tentam, desde 26 de Abril último, negociar com a administração da instituição financeira um Acordo de Empresa, algo que a direcção do banco tem recusado. 

"São trabalhadores que prestam serviços bancários, mas não são considerados bancários e deviam ser equiparados. Alguns estão há mais de dez anos na empresa e há casos de trabalhadores a receber o ordenado mínimo", refere Rute Pires, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira, citada pelo jornal. 

Caso a administração do Novo Banco continue a ignorar as reivindicações, os trabalhadores da GNB admitem o recurso à greve.

Tal como está, é preciso pôr-lhe termo

Revisitação à perversidade da «avaliação de desempenho»

Os trabalhadores não se revoltam por serem avaliados. Revoltam-se contra critérios que servem apenas de pretexto para excluir os menos bem aceites pelas chefias. O actual «sistema avaliador», perverso e empapado de ideologia neoliberal, serve para tudo – menos para avaliar.

É difícil precisar a data em que a sociedade portuguesa foi atingida pelo novo paradigma «da avaliação do desempenho», que se infiltrou por todos os poros, por todas as frinchas da actividade laboral, extravasando os proletários do campo e da ferrugem, atingindo trabalhadores de escolas, hospitais e centros de Saúde infectando investigadores de humanidades ou de ciências exactas, artistas, empregados dos shopping’s, de agências imobiliárias ou de viagens, vendedores de automóveis ou de latas de conserva.

Uma nova mentalidade dita moderna e empresarial, própria de gente viçosa e empreendedora, com pinceladas de arrogância e um confuso paleio ideológico mal aprendido nas universidades de Verão dos «jotas», começou a enviar para o caixote do lixo toda a experiência já acumulada no campo laboral, impondo como natural uma vida sempre sob pressão, avaliada em metas, objectivos, rankings e comportamentos, aumentando a submissão do trabalho às cada vez maiores exigências dos «donos do mundo».

Ler mais: Revisitação à...

SinTAF em Notícia: Novo Banco e a “génese predadora” da Lone Star

novobancoA “génese predadora, necrófaga e especulativa” do fundo de investimento Lone Star “não augura nada de bom para os trabalhadores”, considera o Sindicato da Atividade Financeira

O Sindicato da Atividade Financeira defendeu esta quarta-feira que só a nacionalização do Novo Banco pode garantir a continuidade dos postos de trabalho e reiterou a sua preocupação face às negociações entre aquela entidade e a Lone Star.

 

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Sindicato da banca leva Vieira da Silva a tribunal

vieiradasilvaAs rescisões do Novo Banco motivaram uma acção judicial do Sintaf contra o Ministério do Trabalho e da Segurança Social. O sindicato defende que é necessário apurar se o Estado impediu ilegalidades no processo.

O sindicato dos bancários ligado à CGTP colocou uma acção judicial contra o Ministério do Trabalho, Solidariedade e da Segurança Social. O processo de saídas de trabalhadores do Novo Banco motiva a queixa apresentada há uma semana.

A acção trata “das múltiplas irregularidades que o Novo Banco cometeu e que, ao que parece, o Ministério do Trabalho pretende branquear”, indica o Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira (Sintaf) em resposta ao Negócios.

Ler mais: Sindicato da banca...

Jornal de Negócios: As exigências ao Novo Banco.

novobancoO anuncio dos 500 despedimentos no Novo Banco e encerramento de balcões, onde a comunidade europeia desmente que seja uma exigência da comunidade, mas foi uma sugestão do governo Português.

Bruxelas: Exigências ao Novo Banco resultam de “compromissos de Portugal”
As metas mais exigentes em termos de cortes de pessoal e de custos a que o Novo Banco pode vir a ser sujeito, caso a venda em curso não aconteça até ao final do ano, resultam de “compromissos submetidos pelo Governo português”, sublinha a Comissão Europeia.

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Fonte: Jornal de Negócios

2016 07 13 sintaf 2Não podem ser os trabalhadores a pagar os erros da administração”. É uma das conclusões do encontro das comissões de trabalhadores de dez instituições financeiras.

Por Diogo Cavaleiro | 13 Julho 2016, 11:37

Os bancos que reduzem pessoal por rescisões ou despedimentos não devem poder colocar colaboradores subcontratados nos postos de trabalho deixados vagos. É isso que dez comissões de trabalhadores pedem ao Governo numa moção que assinam em conjunto.

Novo Banco, Caixa Económica Montepio Geral, Caixa Geral de Depósitos, Banco Popular, Santander Totta, BPI Bankinter, BBVA, BIC e Oitante são as dez instituições financeiras cujos trabalhadores subscreveram, por unanimidade, a moção aprovada esta terça-feira, 12 de Julho.

“Solicitar ao Governo que proíba a substituição de trabalhadores bancários por trabalhadores subcontratados nos bancos em que haja despedimentos ou processos de rescisão”, indica a moção enviada às redacções sobre o encontro que visava, entre outros aspectos, “analisar a situação sócio-laboral na banca portuguesa”.

Ler mais: Bancários não...

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