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LUTAR PELOS DIREITOS

 

Actualmente a banca em Portugal já não é Portuguesa, pertence a um conglomerado de acionistas que apenas se interessam por lucros, seja a que custo for. Estes acionistas controlam o poder político e através destes conseguem alterar as regras do jogo ao sabor das suas conveniências.

No meio deste jogo de poder estão os trabalhadores que se esforçam e dedicam-se às empresas, criando lucros para os accionistas, mas depressa são descartados (quando a empresa assim o entende, fomentando a precariedade e a insegurança no emprego e consequentemente o medo).

Estes accionistas pressionam e conseguem importantes ajudas do Estado Português, esse Estado que é o somar de todos os Portugueses sendo estes que pagam os benefícios fiscais e outras medidas que no fim, não revertem sequer para o desenvolvimento do país já que os lucros da exploração dos trabalhadores são “exportados”.  

Devido à ganância por lucros cada vez maiores, os trabalhadores são sujeitos cada vez mais a situações de pressão e assédio moral.

 Este assédio é imposto com base no medo que existe e é fomentado na sociedade Portuguesa:

  • Medo de perder o emprego.
  • Medo de não poder pagar as contas ao fim do mês.
  • Medo de a sociedade perceber que afinal não tem uma vida assim tão boa.
  • Medo de ser diferente da maioria da população.

Para combater este medo paralisante apelamos à participação na manifestação da CGTP no dia 9 de Junho.

Todos juntos conseguimos alterar o rumo desta política miserável.

 

JUNTA-TE AO SINTAF NO DIA 9 DE JUNHO

9 junho 2018

Dia de afirmação e luta

1º de Maio

Dignificar o trabalho e os trabalhadores da actividade financeira

Na banca e na actividade financeira continuam a pairar inúmeras ameaças:

◾Os avanços tecnológicos e o digital, estão a contribuir para um sector financeiro, que está a passar dos 60.000 trabalhadores para 20.000 dentro de meia dúzia de anos.


◾Para isso, fecham balcões e entregam actividades bancárias a empresas de prestação de serviços, onde jovens precários e com salários de miséria justificam essas reduções de pessoal.

◾Os clientes e a população em geral, pagam aos bancos todos os serviços através das comissões, mas os salários base dos trabalhadores continuam desprezados, congelados ou aumentados de forma tão ridícula que se assemelha a uma esmola obrigando-nos a pagar duplamente, enquanto contribuintes e também enquanto trabalhadores, o crédito que ofereceram a políticos e empreendedores numa orgia de corrupção que afecta o bolso de todos os contribuintes.

◾Os banqueiros em funções fazem pagar aos trabalhadores os custos e as imparidades dos créditos que ofereceram e que não tiveram nenhum pagamento, pois são estes as vitimas do assédio, do trabalho não remunerado, dos objectivos comerciais impossíveis de cumprir e das lavagens ao cérebro de que são vitimas alguns trabalhadores fazendo-lhes crer que é por sua culpa e inabilidade que esses objectivos não são cumpridos.

◾Enquanto para os trabalhadores comuns da actividade financeira os salários não acompanham a inflação, os banqueiros ficam com uma boa maquia dos lucros ou até das remunerações através de “prendas”, prebendas e mordomias, na sua grande maioria livres de impostos que demonstram que, continuam a ser, de facto, os “donos disto tudo”.

Vive-se na maior parte das instituições do sector financeiro, um desrespeito contínuo pelo trabalho e pelos trabalhadores, pelos seus direitos e uma desvalorização dos seus salários.

Com a cumplicidade de sindicalistas que já se esqueceram de que existem para afirmar direitos e não para serem amortecedores do desencanto e da raiva dos trabalhadores e muito menos para transformar a assistência na doença num negócio ou ainda para serem testemunhas abonatórias de corruptos, os locais de trabalho do sector financeiro são hoje um campo fértil para quase todas as manifestações de falta de democracia e cidadania: assédio moral; prémios ao engraxamento da personalidade alheia; competição exacerbada e ausência de liberdade.

É tempo de exigir outro rumo.

É tempo de não pactuar com sindicalismos falsos, que assinam acordos (ACTB) que retiram dezenas de milhares de euros a cada um dos trabalhadores abrangidos ao longo da sua carreira, e, ainda, terem o desplante de afirmar que esse acordo é melhor do que o anterior.

Como mostra toda a história passada em todos os contextos os trabalhadores bancários e do sector financeiro podem obrigar os banqueiros a actualizar os salários e a voltar a exigir terem carreiras profissionais.

Se um número significativo de trabalhadores o entender, o SinTAF pode ser o instrumento da materialização dessa revolta e do combate à resignação.

ADERE AO SINTAF / PREOCUPA A TUA ENTIDADE PATRONAL

SOMOS UM SINDICATO COM O OBJECTIVO PRINCIPAL DE DEFENDER OS SEUS ASSOCIADOS E MELHORAR AS SUAS CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO.

CONTAMOS COM A FORÇA E EMPENHO DE CADA UM PARA NOS DEFENDERMOS A TODOS E UNS AOS OUTROS.

Combate o medo junta-te a nós.

Desfila connosco neste 1.º de MAIO – DIA DO TRABALHADOR

Abril de 2018

SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.

Avenida Almirantes Reis, n.º 74 G - 1150-020 Lisboa

Telefone +351 218124992

Correio eletrónico: sintaf@sintaf.pt