Despedimentos no Grupo Novo Banco

No dia 01/07/2019 a Direcção de Capital Humano do Novo Banco enviou no período da manhã, um email para 17 trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito ACE – núcleo de recuperação interna – e logo GNBpara 1 trabalhador do Novo Banco, a convocar reunião conjunta para o próprio dia, que se realizou às 14h no edifício sede do Banco.

Este Grupo de trabalhadores com uma média de antiguidade de +/- 19 anos, e uma faixa etária de +/- 48 anos, foram surpreendidos no dia 01/07/2019 com:

  • Reunião colectiva com o DCH, Direcção da DRCR, advogados da empresa Rebelo e Sousa, S.A., onde foi apresentado o “pacote” compensatório para o referido acordo.
  • Reuniões individuais, onde foram apresentados com mais pormenores o “pacote” compensatório para o acordo, e a entrega da “dispensa temporária de prestação de serviço sem perda de remuneração”
  • Reunião com consultores da empresa de Outplacement.

Este grupo de trabalhadores, após todas estas reuniões, ao chegarem ao seu posto de trabalho foram confrontados com o facto de todo o seu trabalho (carteira de clientes) já ter sido desviado para a nova empresa de outsourcing.

O SINTAF acompanhou todas as reuniões existentes, tendo de imediato feito uma denúncia junto da A.C.T., que interveio no dia 03/07/2019 com a deslocação de 2 inspectores ao local de trabalho. Neste mesmo dia, os trabalhadores fizeram uma manifestação à porta da empresa com a presença do Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos.

Requereu-se à DGERT uma reunião entre o SINTAF e a GNB Recuperação de Crédito, ACE, ao abrigo da prevenção de conflitos. Tendo já sido agendada para dia 12/07/2019 às 10h30m.

No dia 04/07/2019 o Dr. António Ramalho reuniu com o Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos e representantes do SINTAF, onde mencionou que a decisão de externalizar o serviço de recuperação é por a mesma ser considerada (incompreensivelmente) uma actividade “não core” do Banco!

No seguimento desta, ficou agendada uma reunião com o DCH para dia 09/07/2019 às 08h30m. Que não trouxe nada de novo a este processo.

O SINTAF defende todos os postos de trabalho, admitindo a inclusão destes trabalhadores nos quadros do Novo Banco.

Elementos do SINTAF participaram na manifestação da CGTP, dia 10/07/2019 às 14h30m na Praça da Figueira em Lisboa, pela defesa dos Postos de Trabalho e pela Revogação das normas mais gravosas do actual Código do Trabalho.

Notícia 

https://www.noticiasaominuto.com/economia/1282452/sindicato-pede-intervencao-do-governo-para-evitar-dispensas-no-novo-banco

 

NOTA À IMPRENSA

O SinTAF - Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira vem dar conhecimento aos vários órgãos de comunicação a seguinte comunicação, após a reunião entre a Administração do Novo Banco – António Ramalho, o Secretário-Geral da CGTP-In – Arménio Carlos e o SinTAF:

 

Actualização - Grupo Novo Banco despede 18 Trabalhadores

 No dia 1 de Julho de 2019 o Grupo Novo Banco, encerrou (Lock-Out) uma secção da empresa GNB – Recuperação de Crédito, despedindo 18 trabalhadores (17 da GNB – Recuperação de Crédito e 1 do Novo Banco, S.A).

Durante a reunião foi assumido pela Administração do Novo Banco, S.A. que a actividade de Recuperação de Crédito não faz parte do denominado “Core Business” da actividade do Banco.

Esta posição colide com a posição defendida pelo SinTAF - actualmente a Actividade do Sector Bancário que se apresenta como a mais lucrativa é a recuperação de crédito mal parado - não fazendo sentido ela não ser feita pelo próprio Banco, em cumprimento das regras do Banco de Portugal (PARI e PERSI).

O SinTAF e a CGTP-IN reafirmam a sua posição na luta pela manutenção de todos os Postos de Trabalho, do Grupo Novo Banco, ao que a foi assumido pela Administração Novo Banco, S.A. o compromisso de dialogar com o SinTAF.

Este arrastar de situação é desde já condenado pelo SinTAF, por não ter sido encontrada já uma solução para os Trabalhadores.

Sem outro assunto de momento, com os melhores cumprimentos,

Lisboa, 4 de Julho de 2019

A Direcção Central

 

À COMUNICAÇÃO SOCIAL

No dia 1 de Julho de 2019 o Grupo Novo Banco, encerrou (Lock-Out) uma secção da empresa GNB – Recuperação de Crédito, ACE:

  1. 18 trabalhadores (17 da GNB – Recuperação de Crédito e 1 do Novo Banco, S.A) da Direcção de Recuperação de Crédito de Retalho no Núcleo de Recuperação Interna da empresa, quando se apresentaram foram confrontados com o encerramento definitivo (Lock-Out) da mesma;
  1. Desta forma, foram informados que a actividade futura foi transferida, desconhecendo o seu destino;
  1. Ainda no dia 1 de Julho de 2019, a partir da 14,30 os trabalhadores foram chamados para revogarem os seus Contratos de Trabalho;
  1. A decisão apanhou de surpresa todos os trabalhadores dado nunca terem sido anteriormente informados do encerramento da actividade desenvolvida na secção;
  1. Os representantes dos trabalhadores da Empresa GNB – Recuperação de Crédito, ACE (delegados sindicais) também não foram ouvidos no âmbito do encerramento;
  1. A GNB - Recuperação de Crédito, ACE omitiu qualquer informação e consulta aos representantes dos trabalhadores.
  1. Os trabalhadores envolvidos estão a ser pressionados para abandonarem o seu posto de trabalho, pois no mesmo dia, quando chegaram ao seu posto de trabalho foi-lhes retirado o trabalho.

Por tudo isto, estamos hoje aqui reunidos.

Entretanto fizemos as seguintes diligências

  1. A nota á Imprensa – denuncia á Imprensa o Lock-Out, uma atitude criminosa por parte da Administração.
  2. Solicitamos uma reunião de caráter urgente à administração do Grupo NovoBanco (até agora aguardamos resposta);
  3. Solicitamos a intervenção imediata da ACT;
  4. Requeremos à DGERT uma reunião entre o SinTAF e a GNB – Recuperação de Crédito, ACE, ao abrigo da prevenção de conflitos.
  5. Emitimos o Aviso Prévio de Greve para o próximo dia 10 de Julho onde a nossa 1ª exigência é a defesa de todos os postos de trabalho desta empresa e de todo o Grupo NovoBanco;
  6. Estamos a realizar esta conferência de Imprensa, com os Trabalhadores envolvidos, Dirigentes e Delegados Sindicais;
  7. Vamos pedir Audiências aos Grupos Parlamentares da Assembleia da Republica;
  8. Continuaremos a recorrer a todas as formas de Luta na defesa do direito ao Trabalho

O despedimento que hoje aqui denunciamos, é mais uma das práticas continuadas da administração do Grupo Novo Banco.

Este despedimento tem a total conivência do Governo e restantes entidades envolvidas (Banco de Portugal e Fundo de Resolução ainda detentor de 25% do NovoBanco), todos relembramos as palavras do Sr. Governador do Banco de Portugal - Carlos Costa que a decisão não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes nem para os trabalhadores.

Este despedimento é uma atitude de Assédio, cheia de procedimentos ilegais, tendentes ao desenquadramento da legislação em vigor e de quaisquer regulações, sendo notório a ausência de perfil da actual Administração para o desempenho desta função.

Esta tentativa ilegal e afrontosa para com os direitos dos trabalhadores, contraria as necessidades do Novo Banco e dos seus Clientes.

A área de recuperação, tem hoje, mais que nunca, muito trabalho e é parte fundamental e integrante do Actividade Bancária. Por tudo isto estes trabalhadores devem ser integrados no NovoBanco.

A Direcção Central do SinTAF

O SINTAF em apoio dos trabalhadores despedidos à porta do Novo Banco na Rua Castilho em Lisboa.

Neste momento o SinTAF está a realizar uma ação de luta contra o despedimento injustificado de 18  trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Pelas 12.20 juntou-se à luta dos trabalhadores despedidos do Novo Banco, o Secretário -Geral da CGTP-Intersindical Nacional, Arménio Carlos, na Rua Castilho, juntamente com os dirigentes do SINTAF no local.

 

Lisboa, 03 de julho de 2019

logo GNBNOTA À IMPRENSA

O SinTAF - Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira vem dar conhecimento aos vários órgãos de comunicação a seguinte comunicação:

Grupo Novo Banco despede 18 Trabalhadores

 

No dia 1 de Julho de 2019 o Grupo Novo Banco, encerrou (Lock-Out) uma secção da empresa GNB – Recuperação de Crédito, despedindo 18 trabalhadores (17 da GNB – Recuperação de Crédito e 1 do Novo Banco, S.A).

A decisão de despedir foi feita de surpresa, pois o trabalho que era desenvolvido passou, secretamente, para outra empresa, deixando os trabalhadores inactivos.

O SinTAF - Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira, convida todos os órgãos de comunicação Social para uma conferência de Imprensa a realizar amanha dia 3 de Julho pelas 11h, em frente ao Edifício do Novo Banco na Rua Castilho, nº 26 em Lisboa.

Sem outro assunto de momento, com os melhores cumprimentos,

Lisboa, 2 de Julho de 2019

 

Pela Direcção Central

(José Cabrita)                                                                         

(Rute Santos)

 

Dia de Luta na GNB - Serviço de Suporte Operacional, ACE

(NB Directo, Helpdesk)

No dia 15 de Novembro de 2018, os trabalhadores da GNB - Serviços de Suporte Operacional, ACE, fizeram uma jornada de luta com um dia de greve, por o Acordo de Empresa, que teve inicio com o piquete de greve à porta da empresa em Cabo Ruivo, seguido de manifestação na sede do Novo Banco e culminou com a participação na manifestação da CGTP- Intersindical, que desceu a Av. da Liberdade desde o Marquês de Pombal até aos Restauradores. De salientar que a greve teve uma adesão de mais de 90% de trabalhadores, tendo paralisado o normal funcionamento dos serviços do banco.

Provocando as dificuldades técnicas anunciadas por o Novo Banco

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A concentração à porta do Novo Banco, com participação dos trabalhadores da

IMG 20181121 WA0007GNB - Serviços de Suporte Operacional, ACE e da GNB Recuperação de Crédito, contou com a participação do secretário-geral da CGTP Arménio Carlos tendo destacado que "foi a primeira vez que estes trabalhadores fizeram greve e estão na greve da CGTP".

(Artigo do PÚBLICO: http://www.publico.pt/2018/11/15/economia/noticia/lider-cgtp-alerta-maiorias-absolutas-sao-desfavoraveis-trabalhadores-1851272)

 

Piquete greve

De realçar que os trabalhadores da GNB - Serviços de Suporte Operacional, ACE, não estão abrangidos pelo ACT da Banca ou qualquer outro, estando a trabalhar em situações precárias, com vencimentos muito abaixo dos auferidos no Novo Banco.

Os trabalhadores da GNB - Serviços de Suporte Operacional, ACE estão em luta pela contratualização das relações de trabalho que é indispensável, para a dignificação e valorização do trabalho e constituírem um instrumento definidor dos direitos e deveres, harmonizando a vida na empresa com a assinatura de um Acordo de Empresa.

Para estes trabalhadores, o SINTAF enaltece a coragem, união e vontade de melhorar as condições de trabalho, dando assim um grande exemplo a todos os trabalhadores do Grupo Novo Banco que, atualmente, estão a ser alvo de assédio, devido à grande fragilidade que representa o novo ACT da Banca, com notícias diárias de fecho de balcões, externalização de serviços e extinções de postos de trabalho.

 

Quem luta nem sempre ganha,

mas quem não luta perde sempre!

 

Unidos temos mais força.

No dia 15 de Novembro de 2018, os trabalhadores da GNB - Serviços de Suporte Operacional, ACE, fizeram uma jornada de luta com um dia de greve que começou por um piquete de greve à porta da empresa, seguido de uma manifestação na sede do Novo Banco e culminou na participação na manifestação da CGTP-Intersindical, que desceu a Av. da Liberdade desde o Marquês de Pombal até aos Restauradores, esta greve foi bastante participada, com mais de 90% de adesão.

Piquete greve

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novobanco     MOÇÃO

PELA MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E PELA NEGOCIAÇÃO DO A.E.

 

Os Trabalhadores da GNB Serviços de Suporte Operacional, ACE (GNB SSO), reunidos em plenário dia 03 de Agosto de 2018, debateram a actual situação da empresa bem como a proposta de Acordo de Empresa (AE) que o SINTAF apresentou ao Novo Banco, com a participação dos trabalhadores na sua elaboração.

A Administração do Novo Banco recusa-se a negociar o AE, no seguimento das diretivas contra as melhorias de condições de trabalho, como tem vindo a demonstrar através de despedimentos. Não se preocupando com os trabalhadores que são essenciais ao bom funcionamento do Banco e ao rating que os clientes atribuem aos serviços que são prestados.

A Administração do Novo Banco mantém a ameaça da externalização dos serviços, factor que causa muita instabilidade e contribui para a precariedade dos trabalhadores, que são imprescindíveis ao normal funcionamento do Novo Banco. O serviço prestado terá sempre de ser feito, que ao ser externalizado irá trazer mais gastos financeiros ao Banco e diminuição da qualidade de serviço prestada, colocando em risco a proteção de dados dos clientes.

Assim, os trabalhadores da GNB SSO, reunidos em plenário deliberam que estão dispostos a lutar por a negociação do AE e a adotar todas as formas de luta necessárias para a concretização do mesmo.

Aos trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito, ACE

O SINTAF reuniu, no passado dia 16 de Julho com o DCH e a administração da GNB Recuperação de Crédito, ACE. e informa todos os trabalhadores sobre o resultado de tal reunião:

  • Referente à cláusula 42 do Acordo de Empresa que está em vigor, o DCH tem uma posição intransigível, são donos da verdade não aceitam nem ouvem qualquer outro argumento, sendo que a leitura que fazem é que ao fim de 7 anos tem de existir 7% de aumento sobre a tabela salarial inicial, de 2011, pondo em causa qualquer tentativa de negociação salarial que possa existir, e ignorando todas as outras tabelas que entretanto foram publicadas no Boletim de Trabalho e emprego (BTE).

Na leitura do SINTAF para o cumprimento da cláusula ainda está em falta um aumento de 0,15%, sobre a última tabela salarial publicada em BTE.

Vamos por à consideração dos associados do SINTAF medidas a tomar nesta matéria.

  • O SINTAF referiu a falta de trabalhadores que existe em algumas áreas da empresa e que já começam a comprometer os níveis de serviço e a saúde e bem-estar dos trabalhadores que com muito esforço e dedicação continuam a cumprir as suas tarefas.

Dr. Luis Pina informou que está em desenvolvimento uma nova plataforma informática de maneira a libertar os trabalhadores de tantos papéis e processos burocráticos, o Dr. Luis Pina comprometeu-se, a verificar as carências e a resolver as situações detectadas.

  • Quanto ao futuro da DRCR, foi dito por a Dra. Paula Ferreira Borges que está a ser equacionada a hipótese de passar o serviço para Outsourcing, mas ainda estão a fazer os primeiros estudos e está tudo numa fase embrionária, não existindo para já nenhuma decisão nem pensa que vá haver até final deste ano.

Ficou o compromisso de que nada seria feito sem primeiro ser ouvido o único órgão representativo dos trabalhadores deste ACE, o SINTAF.

Como fundamento foi apresentado o bicho PAPÂO da DGCOM, a mesma desculpa que ouvimos durante vários anos, mas sabemos que a DGCOM só aprova ou não os planos enviados para lá.

Esta incerteza de futuro é o resultado da estratégia de negócio do novo accionista, que tem uma única finalidade: Lucros, lucros e mais lucros custe a quem custar.

O SINTAF está ao lado dos trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito que sempre demonstraram união e luta pelos seus direitos.

Unidos somos mais fortes.

Não aceitamos esta postura, não aceitamos mais despedimentos, exigimos respeito pelos trabalhadores!

novobanco Aos trabalhadores do Novo Banco,

 

Apesar dos comunicados da empresa e da alegada «obrigatoriedade» de assinatura das cartas sobre isenção de horário de trabalho, a pretexto da vigência do novo Acordo Colectivo do Sector Bancário, o SINTAF esclarece:

- O ACT bancário apenas se aplica aos associados dos sindicatos que o subscreveram, pelo que não é aplicável nem aos sócios do SINTAF nem aos trabalhadores não sindicalizados;

- Não obstante, e para efeitos de evitar discriminações salariais, tem sido prática uniformizar as regras remuneratórias, pelo que se informa que o disposto na Cláusula 32ª do ACT Bancário prevê o seguinte:

CLÁUSULA 32ª - Isenção de horário de trabalho

  1. 1. Por acordo escrito, podem exercer funções em regime de isenção de horário de trabalho todos os trabalhadores das Instituições, em qualquer das modalidades previstas na lei.
  2. 2. Os trabalhadores isentos de horário de trabalho, nas modalidades de não sujeição aos limites máximos do período normal de trabalho ou de possibilidade de determinado aumento do período normal de trabalho por dia ou por semana, têm direito a uma retribuição adicional no montante de 25% da retribuição de base.
  3. 3. A isenção de horário de trabalho não prejudica o direito aos dias de descanso semanal e aos feriados previstos neste Acordo.
  4. 4. O regime de isenção de horário de trabalho cessa nos termos acordados ou, se o acordo for omisso, mediante denúncia de qualquer das partes feita com a antecedência mínima de dois meses.

 

 

 

Assim, o SINTAF sublinha:

  1. Os trabalhadores que já detêm um acordo de IHT não estão obrigados a celebrar um novo, mantendo-se este plenamente em vigor, com incorporação automática da regra da retribuição adicional sem necessidade de qualquer alteração escrita caso a prevista no acordo seja menor;

 

  1. Qualquer retribuição superior pode continuar vigente dado que foi acordada entre as partes e, assinando um novo acordo, o trabalhador perderá condições eventualmente mais favoráveis;

 

 

  1. O que o Novo Banco prevê com a absorção do valor da remuneração de IHT é uma renúncia expressa do trabalhador a aumentos salariais (com incorporação na retribuição base e compensação com eventuais aumentos o que significa que durante anos os trabalhadores poderão não ter quaisquer aumentos salariais);

 

  1. A celebração de um novo acordo de IHT permitirá ao Novo Banco a sua denúncia unilateral caso esteja previsto nos actuais que os mesmos só podem ser denunciados por mútuo acordo.

Assim, a Comissão Intersindical do SINTAF aconselha a que nenhum trabalhador assine o documento recebido que representará a renúncia aos seus direitos.

Junta-te ao  SINTAF

defende o teu posto de trabalho

 

Comissão Intersindical do Sintaf no Grupo NOVOBANCO – Rua Castilho nº 26, 2º Piso – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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A Comissão Intersindical do SINTAF do Novo Banco, tendo tido conhecimento das cartas que estão a ser enviadas aos trabalhadores a propósito da isenção de horário de trabalho, vem alertar:

- A maioria dos trabalhadores têm o seu regime de isenção de horário de trabalho vigente há anos, o que pode significar que o complemento integra já a sua remuneração mensal. Não obstante, o SINTAF aconselha a que todos os trabalhadores verifiquem os seus acordos onde está estabelecida a isenção de horário, a fim de verificar as condições aí estabelecidas;

- O SINTAF sublinha que a Cláusula 32ª do ACT bancário apenas é aplicável aos sócios dos sindicatos que subscreveram o contrato coletivo (que não é o caso do nosso sindicato) e que a remuneração adicional não será inferior à correspondente a duas horas de trabalho suplementar por dia;

- Mais se informa que os acordos celebrados podem prever que a isenção de horário de trabalho apenas possa terminar por acordo entre as partes e não por denúncia unilateral do empregador, por isso é fundamental que todos os trabalhadores verifiquem os termos acordados.

O SINTAF entende que as presentes comunicações não são claras e que os trabalhadores devem solicitar o cabal esclarecimento antes da assinatura de qualquer documento, podendo a entidade patronal ter como objectivo a desvalorização salarial dos trabalhadores do GNB, pretendendo com isto, retirar o pagamento por isenção de horário de trabalho num futuro próximo.

O SINTAF apela a todos os trabalhadores que se informem e exijam os seus direitos.

 

Junta-te ao SinTAF  defende o teu posto de trabalho

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O SinTAF está contra o novo programa de rescisões apresentado pelo Departamento de Capital Humano do Novo Banco.

Os prejuízos agora anunciados são uma limpeza, forçada e voluntária, num claro aproveitamento dos apoios do estado e ao despacho de empresa em reestruturação que termina em Dezembro de 2018.

Mais uma vez, os trabalhadores são chamados individualmente para um novo programa de rescisões, não havendo por parte da empresa a informação devida junto das estruturas representativas dos trabalhadores, para assim obterem mais sucesso nas negociações isoladas, para que o trabalhador sozinho seja mais facilmente persuadido a aceitar.

Aos trabalhadores dão a falsa liberdade de aderir a um processo de despedimento coletivo encapotado que, ao deixar os sindicatos e demais estruturas de fora, não dá clareza a todo este processo. Pois, todos os trabalhadores são imprescindíveis para continuar a recuperar o prestígio desta instituição.

Mais uma vez a entidade patronal conta com o apoio de alguns sindicatos, que poderão voltar a ganhar com estas rescisões através dos SAMS, numa maneira encapotada de financiamento destes sindicatos (FEBASE, SNQTB, SIB).

Temos direito ao trabalho com dignidade, não somos descartáveis, só com trabalhadores motivados é que podemos progredir.

Sendo uma decisão única e exclusiva do trabalhador, o SinTAF está disponível para acompanhar e aconselhar todos dos seus sócios, assim como todos os outros trabalhadores.

Para reflexão:

Questão: Como é possível haver tantas imparidades que nos vão custar os nossos postos de trabalho?

Noticia de 20/03/2018

Novo Banco emprestou 18 milhões de euros à Sporting SAD

Endereço: https://observador.pt/2018/03/20/novo-banco-emprestou-18-milhoes-de-euros-a-sporting-sad/

Questão: Como é que estes sindicatos protegem os seus trabalhadores?

Noticia de 27/03/2018

Sindicato da UGT persegue sindicalistas

Endereço:  https://www.abrilabril.pt/trabalho/sindicato-da-ugt-persegue-sindicalistas

SINTAF-Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.

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